Meu carro foi apreendido o que fazer?

O primeiro passo é procurar imediatamente um advogado especializado e devidamente habilitado para representá-lo no processo. Isso é fundamental porque, após a apreensão do veículo, você terá apenas cinco dias úteis para realizar a chamada purgação da mora, que consiste no pagamento de todas as parcelas em atraso, das parcelas vincendas e, em determinadas situações, até mesmo do saldo devedor integral do financiamento.
Caso você possua recursos para efetuar esse pagamento dentro do prazo legal, o processo poderá ser encerrado, resultando no arquivamento da ação e na devolução do seu veículo.
Entretanto, se você não tiver condições financeiras para realizar a purgação da mora, ainda existem alternativas jurídicas importantes. Nesse caso, será possível apresentar defesa no processo por meio de seu advogado, que poderá analisar detalhadamente a ação e identificar eventuais irregularidades, abusividades contratuais ou falhas cometidas pela instituição financeira durante a condução do procedimento. Dependendo das circunstâncias, essas questões podem até mesmo possibilitar a recuperação do veículo.
Além disso, outra alternativa bastante viável ocorre quando já existe uma negociação administrativa em andamento com o banco. Mesmo após a apreensão do veículo, muitas instituições financeiras demonstram interesse em firmar acordos para a regularização da dívida. Nesses casos, é possível obter condições especiais de pagamento, incluindo descontos significativos para quitação do débito, permitindo que você mantenha a posse do veículo e evite maiores prejuízos.
Por isso, agir rapidamente e contar com orientação jurídica especializada faz toda a diferença para aumentar as chances de recuperar seu veículo e encontrar a melhor solução para o seu caso.

Meu carro está com parcelas em atraso, o que fazer?

A nossa principal orientação é simples: se houver qualquer possibilidade financeira, regularize suas parcelas o quanto antes e saia imediatamente da zona de risco de um processo de busca e apreensão. Quanto mais cedo você agir, maiores serão as chances de preservar seu patrimônio e evitar transtornos que podem afetar sua rotina, seu trabalho e sua estabilidade financeira.
Se você é proprietário de um carro, moto ou caminhão e não possui condições de colocar as parcelas em dia neste momento, procure imediatamente a VIDAL E GRISOSTE SOCIEDADE DE ADVOGADOS. Nossa equipe está preparada para analisar detalhadamente a sua situação e indicar o melhor caminho para proteger seus direitos, avaliar as possibilidades jurídicas existentes e buscar a solução mais adequada para o seu caso.
Essa orientação se torna ainda mais importante quando já existe um processo de busca e apreensão em andamento. Nessa fase, o risco é iminente, pois o oficial de justiça pode cumprir a ordem judicial a qualquer momento, resultando na retirada do veículo de sua posse sem aviso prévio. Por isso, cada dia de demora pode representar uma redução significativa das alternativas disponíveis para negociação e defesa.
É importante destacar que, quanto maior for o período de inadimplência, maiores tendem a ser os obstáculos para resolver a situação. Além do aumento da dívida devido à incidência de juros, encargos contratuais, honorários e custas processuais, cresce também a probabilidade de efetivação da apreensão do veículo.
Por esse motivo, não espere a apreensão acontecer para buscar orientação jurídica especializada. Agir preventivamente é sempre a melhor estratégia. Em muitos casos, ainda é possível buscar negociações favoráveis com a instituição financeira, discutir irregularidades contratuais, identificar eventuais abusos praticados pelo banco e adotar medidas jurídicas que possam evitar a apreensão ou até mesmo recuperar o veículo.
Tome uma atitude hoje. Entre em contato com a VIDAL E GRISOSTE SOCIEDADE DE ADVOGADOS e descubra quais são as alternativas disponíveis para o seu caso. Quanto mais rápido você agir, maiores serão as chances de encontrar uma solução favorável, reduzir prejuízos financeiros e manter seu veículo em sua posse.
Lembre-se: o tempo é um dos fatores mais importantes nos processos de busca e apreensão. Quanto antes você buscar orientação especializada, maiores serão as oportunidades de defesa e negociação.

após quantas parcelas em atraso o banco pode entrar com busca e apreensão?

nossa principal orientação é simples, mas extremamente importante: se houver qualquer possibilidade financeira, regularize suas parcelas o quanto antes e afaste imediatamente o risco de sofrer uma ação de busca e apreensão do seu veículo.
Muitas pessoas acreditam que o banco levará meses para tomar alguma providência, porém a realidade é diferente. Após o atraso das parcelas, a instituição financeira pode adotar medidas judiciais para recuperar o bem financiado, colocando em risco a posse do seu carro, moto ou caminhão.
Quanto mais cedo você agir, maiores serão as chances de preservar seu patrimônio, evitar custos adicionais e encontrar uma solução adequada para o seu caso. A prevenção sempre será mais vantajosa do que tentar resolver a situação após a apreensão do veículo.
Caso você não tenha condições financeiras para colocar as parcelas em dia neste momento, é fundamental buscar orientação jurídica especializada o mais rápido possível. Nesses casos, a VIDAL E GRISOSTE SOCIEDADE DE ADVOGADOS poderá analisar sua situação de forma individualizada, verificar a existência de processo judicial em andamento e orientar sobre as medidas mais adequadas para proteger seus direitos.
Essa orientação se torna ainda mais urgente quando já existe uma ação de busca e apreensão em tramitação. Nessa fase, o risco é iminente, pois o oficial de justiça pode cumprir a ordem judicial a qualquer momento, resultando na retirada do veículo de sua posse sem qualquer aviso prévio.
Além disso, muitas pessoas desconhecem que, mesmo diante de uma ação judicial, ainda podem existir alternativas jurídicas e negociais capazes de evitar maiores prejuízos. Dependendo das circunstâncias do caso, é possível analisar a legalidade dos procedimentos adotados pela instituição financeira, identificar eventuais irregularidades contratuais e buscar soluções que permitam a manutenção ou recuperação da posse do veículo.
Outro fator importante é que o passar do tempo costuma agravar a situação financeira do devedor. Com o acúmulo de juros, encargos, custas processuais e demais despesas relacionadas ao contrato, a dívida tende a aumentar significativamente, reduzindo as opções disponíveis para uma negociação favorável.
Por esse motivo, não espere o oficial de justiça chegar à sua residência para tomar uma atitude. Quanto antes você buscar auxílio jurídico, maiores serão as possibilidades de negociação, defesa e resolução do problema.
Lembre-se: agir rapidamente pode fazer toda a diferença entre manter seu veículo ou enfrentar um processo muito mais complexo e oneroso após a apreensão.
Se você está enfrentando dificuldades para pagar o financiamento do seu veículo ou recebeu alguma notificação relacionada a uma ação de busca e apreensão, procure orientação especializada imediatamente.

 

o Banco coloca rastreador nos carros financiados?

Essa é uma pergunta muito interessante e recorrente entre as pessoas que perderam seus veículos de maneira inexplicável, pessoas que guardaram seus veículos muitas vezes em outras cidades ou na casa de outras pessoas até que a situação fosse resolvida.
Depois de algum tempo trabalhando com veículos financiados percebemos a recorrência de veículos encontrados dessa maneira, então percebemos através da nossa equipe técnica que os carros, motos e caminhões financiados a partir de 2015 estavam com dispositivos de rastreamento que não foram instalados pelos proprietários.
Surgindo assim a dúvida, de onde esses dispositivos foram instalados, foi aí que começamos a verificar os veículos negociados pela nossa empresa e para nossa surpresa a grande maioria estava vindo com esse tipo de dispositivo sem a autorização do consumidor.
Então a resposta para essa pergunta é SIM, as financeiras estão colocando equipamento de rastreamento nesses automóveis financiados sem que o consumidor saiba ou autorize.

Se eu fizer a revisional o banco ainda pode apreender o meu carro?

A resposta para essa pergunta é: sim, o banco pode apreender o veículo mesmo que exista uma ação revisional em andamento, desde que haja parcelas em atraso e estejam presentes os requisitos legais para o ajuizamento da ação de busca e apreensão.
Existe uma crença bastante comum entre consumidores de que o simples ajuizamento de uma ação revisional seria suficiente para impedir a apreensão do veículo financiado. Infelizmente, essa informação nem sempre corresponde à realidade jurídica e, muitas vezes, decorre de orientações equivocadas prestadas por profissionais que não possuem experiência específica em demandas relacionadas a financiamentos de veículos e ações de busca e apreensão.
Na prática, conseguir uma decisão judicial que suspenda uma busca e apreensão em razão de uma ação revisional é algo extremamente difícil e ocorre apenas em situações excepcionais. Para que isso aconteça, normalmente é necessário demonstrar ao juiz a existência de irregularidades relevantes no contrato, abusividades evidentes ou circunstâncias específicas que justifiquem uma medida de urgência.
Além disso, cada caso possui características próprias e será analisado individualmente pelo magistrado responsável pelo processo. Mesmo quando existem argumentos jurídicos consistentes, não há garantia de que o pedido será acolhido, uma vez que a legislação e a jurisprudência atuais tendem a proteger o direito do credor de recuperar o bem diante do inadimplemento contratual.
Por esse motivo, o proprietário do veículo não deve confiar exclusivamente na existência de uma ação revisional como forma de proteção contra uma possível apreensão. O ideal é buscar orientação jurídica especializada o quanto antes para conhecer todas as alternativas disponíveis, avaliar os riscos envolvidos e adotar a estratégia mais adequada para o seu caso.
Se você está com parcelas em atraso, recebeu notificações do banco ou descobriu que existe uma ação de busca e apreensão em andamento, não espere que a situação se agrave. Quanto mais cedo forem adotadas medidas jurídicas e negociais, maiores serão as chances de encontrar uma solução favorável.
Em caso de dúvidas, procure imediatamente um advogado de sua confiança que possua experiência em financiamentos de veículos, ações revisionais e processos de busca e apreensão. Um profissional especializado poderá analisar detalhadamente sua situação, esclarecer seus direitos e indicar o melhor caminho para proteger seu patrimônio e evitar prejuízos ainda maiores.

 

Quanto tempo leva para quitar o veículo com parcelas em atraso?

Devido o fato do nosso procedimento ser completamente administrativo não tem como passar um prazo 100% preciso.
Contratualmente colocamos três anos, mas quanto mais parcelas o seu veículo tiver em atraso mais rápida será a quitação.
A nossa média de quitação é de 18 meses podendo esse prazo ser um pouco maior em caso de bancos públicos ou consórcio.
O mais importante é que a quitação será realizada independente do banco financiador ou o valor da sua dívida, com média de 60% de desconto do saldo devedor, mesmo não conseguindo manter os pagamentos das parcelas em dia.
A nossa primeira orientação é sempre manter as parcelas dos financiamentos ou consórcios em dia, mas com as dificuldades financeiras que os brasileiros vêm enfrentando nos últimos anos nós entendemos a impossibilidade e temos conseguido aliviar esse sofrimento de ter o nome com restrição devido a dívidas bancárias com nossas negociações.

 

Refinanciamento vale a pena ?

Não refinancie suas dívidas com o banco.
Você pode estar caindo numa cilada.
Na maioria dos casos o refinanciamento faz o devedor abrir mão de tudo aquilo que já foi pago para que possa renegociar.
Seu financiamento volta ao ponto inicial com juros ainda maiores e as vezes com parcelas ainda maiores, fica impossível pagar.
Ou seja, ao refinanciar você apenas cria uma nova dívida.

Meu carro foi apreendido. Tem como pegar de volta?

Sim!
Após o pagamento de todas as parcelas em atraso e do restante o financiamento, no prazo de cinco dias corridos, somados juros, correção monetária, honorários do advogado e custas processuais.

Após isso, o juiz determinará a devolução do seu veículo, você ainda terá que pagar o período em que o veículo esteve prezo no pátio, os valores vão depender do prazo que o judiciário levará para liberar o seu veículo.

 

Posso vender meu carro financiado?

Sim, é possível vender um carro alienado, mas existem alguns cuidados importantes a serem tomados, a formalização contratual é extremamente necessária então procure um profissional habilitado para confeccionar um bom contrato.
Existem duas opções para a venda:
1. Transferir a dívida: É a opção mais cara e mais trabalhosa, algumas instituições financeiras permitem a transferência do financiamento para o comprador. Nesse caso, o novo proprietário assume as parcelas restantes e o carro continua alienado até o término do pagamento.
2. Venda direta do ágio: O vendedor e o comprador podem fazer um acordo no qual o comprador adquire o veículo com o compromisso de quitar as parcelas restantes diretamente com o banco. Essa é a opção mais simples e mais barata.

A polícia pode prender meu carro com parcelas em atraso?

Em uma situação normal onde o veículo está apenas com a busca e apreensão judicial ativa, a polícia tanto militar quanto federal, não vão apreender seu veículo por que essa apreensão tem que ser realizada por oficial de justiça acompanhado da polícia.

Atualmente caso o seu veículo esteja com Bloqueio de Circulação (RENAJUD), a polícia vai poder realizar a apreensão do veículo, uma vez que não se emite ou se paga o licenciamento com esse tipo de bloqueio.

Com a entrada em vigor e a aplicação da nova lei de garantias, LEI Nº 14.711, DE 30 DE OUTUBRO DE 2023, que instituiu a busca e apreensão administrativa pelos cartórios, quando essa lei começar a ser aplicada, aí sim o veículo com parcelas em atraso poderá ser apreendido por qualquer agente público, sem determinação judicial em qualquer lugar do território nacional.

 

O banco pode prender o carro com menos de 3 parcelas em atraso?

Essa é uma das maiores dúvidas dos proprietários de veículos financiados e, infelizmente, também um dos maiores mitos existentes nesse segmento.
Muitas pessoas acreditam que o banco somente pode ingressar com uma ação de busca e apreensão após 90, 120 ou até mesmo 180 dias de atraso. No entanto, essa informação não possui respaldo legal e, na prática, é totalmente ignorada pelas instituições financeiras.
Esse tipo de orientação costuma ser disseminado por pessoas que não acompanham o dia a dia dos processos judiciais envolvendo financiamentos de veículos e acabam transmitindo uma falsa sensação de segurança aos consumidores.
É verdade que, anos atrás, era comum que algumas instituições financeiras aguardassem períodos mais longos de inadimplência antes de ajuizar uma ação de busca e apreensão. Em muitos casos, os bancos esperavam 90, 120 dias ou até mais para tomar medidas judiciais. Contudo, esse cenário mudou drasticamente nos últimos anos.
Com a digitalização dos processos judiciais, a implementação dos sistemas eletrônicos dos tribunais e a realização de atos processuais de forma online, os procedimentos se tornaram muito mais rápidos e eficientes para as instituições financeiras. Como consequência, os bancos passaram a agir com muito mais agilidade na recuperação de seus créditos.
Atualmente, não é incomum encontrar processos de busca e apreensão sendo ajuizados com menos de 60 dias de atraso, e em algumas situações até antes disso. Essa realidade tem surpreendido inúmeros consumidores que acreditavam ter tempo suficiente para negociar com o banco ou regularizar a situação futuramente.
O problema é que muitos proprietários acabam relaxando, confiando em informações equivocadas ou acreditando que uma negociação informal em andamento será suficiente para impedir medidas judiciais. Quando percebem, o processo já foi distribuído e o oficial de justiça pode cumprir a ordem de apreensão a qualquer momento.
Outro ponto importante é que a simples existência de conversas ou negociações com a instituição financeira não impede necessariamente o ajuizamento da ação. Em muitos casos, enquanto o cliente acredita estar próximo de um acordo, o banco já adotou todas as medidas judiciais para recuperar o veículo.
Por isso, se as parcelas do seu carro, moto ou caminhão estão em atraso, o mais importante é agir rapidamente. Quanto mais cedo você buscar orientação especializada, maiores serão as chances de identificar alternativas jurídicas, buscar negociações favoráveis e evitar prejuízos ainda maiores.
Não espere a situação se agravar. Quando o assunto é busca e apreensão, o fator tempo pode fazer toda a diferença entre manter a posse do veículo ou enfrentar uma apreensão inesperada.